A Procuradoria-Geral do Município de São Paulo aprovou um novo benefício que permite aos procuradores solicitar até R$ 22 mil para aquisição de equipamentos eletrônicos, como smartphones, tablets e notebooks. O valor será reembolsado mediante apresentação de nota fiscal, e os dispositivos devem ser utilizados exclusivamente para atividades profissionais.
O auxílio, apelidado informalmente de "auxílio-iPhone", gerou controvérsia entre especialistas e a sociedade civil. Críticos argumentam que, em um cenário de restrições orçamentárias e desigualdade social, a concessão de um benefício desse porte a servidores já bem remunerados é inadequada. Segundo dados do Glassdoor, a remuneração média de um procurador no município de São Paulo gira em torno de R$ 38 mil mensais .
A medida também reacende debates sobre privilégios no serviço público. Em 2021, procuradores do Ministério Público Federal criticaram a distribuição de iPhones SE como celulares funcionais, considerando-os "esmolas" e inadequados para o trabalho, apesar de seu custo de mercado entre R$ 2.600 e R$ 3.600 na época.
A Procuradoria-Geral do Município de São Paulo defende o benefício, alegando que a atualização dos equipamentos é necessária para o desempenho eficiente das funções dos procuradores. No entanto, a implementação do auxílio sem um debate público mais amplo levanta questões sobre transparência e prioridades na gestão dos recursos públicos.
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