A Amazônia Legal registrou, em novembro deste ano, o segundo pior patamar do acúmulo de desmatamento para o mês, de 554km², na série histórica do Deter, que começou em 2015, conforme dados divulgados pelo Instituto de Pesquisas Espaciais (Inpe) nesta sexta-feira (9).
Os alertas foram realizados pelo Sistema de Detecção de Desmatamento em Tempo Real (Deter), que produz sinais diários de alteração na cobertura florestal para áreas maiores que 3 hectares (0,03 km²) – tanto para áreas totalmente desmatadas como para aquelas em processo de degradação florestal (por exploração de madeira, mineração, queimadas e outras).
Os dados deste ano só ficaram atrás da marca de 2019, quando o índice chegou a 562 km².
“O que vemos na Amazônia é resultado de um plano de destruição implementado pelo atual governo. Bolsonaro deixará uma herança nefasta para o Brasil, e deve ser responsabilizado legalmente por toda a destruição que causou”, disse Marcio Astrini, secretário-executivo do Observatório do Clima.
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